segunda-feira, 16 de março de 2015

COMER A PRÓPRIA PLACENTA??? HÃ???

ECAAA!!! Mas essa prática é conhecida como PLACENTOFAGIA.



Não existe estudos que comprovem os benefícios alegados, porém essa tendência tem crescido e crescido principalmente entre os mais abastados.


Elas estão convencidas que se alimentar das placentas ajuda a aumentar a energia, a produção de leite saudável e afastar a depressão pós-natal, a prática está cada vez mais comentada. O fenômeno, chamado de ‘placentofagia’, implica em comer a própria placenta, rica em ferro, sob qualquer forma: líquida, sólida ou em uma pílula.
O material orgânico esponjoso fornece ao feto nutrientes, oxigênio e hormônios através do cordão umbilical durante o período de gestação de 40 semanas. 

Por 270 dólares (772 reais), Booker, de 65 anos de idade, processa e prepara a placenta, transformando-as em cápsulas. O processo de transformar placenta em pílulas seja, talvez, mais familiar aos cozinheiros do que aos cientistas: ela limpa a placenta, pressiona o sangue e a cozinha em vapor antes de colocá-la em um desidratador, durante a noite. A placenta seca é cortada em tiras e colocada em um moedor de café para se transformar em um pó, que ela coloca dentro de pequenas cápsulas, uma técnica que ela aprendeu com um acupunturista chinês.

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